Hípnos

Hipnos e Tânatos levando o corpo de Sarpédon

  • Raça: Deus Ctônico
  • Aspectos: Deus do sono.
  • Cônjuge: Pasitéia
  • Filiação: Nix
  • Descendentes: Morfeu; Ícelo; Fântaso; Fantasia.
  • Aliados: Tânato; Moiras; Hades; Proserpina; Hécate; Ártemis; Selene.
  • Plantas relaccionadas: Papoula; ópio; melissa; camomila; dama-da-noite; hortelã.
  • Atributos e símbolos:Asas brancas; névoa; tocha; cabelos dourados.

Hípnos é a personificação do sono. É filho da Noite que o gerou por partenogênese, ou seja, sem intervenção masculina. Hípnos é irmão gémeo de Tânatos (a Morte), e ambos são muito ligados. Sendo Deus do sono, seus filhos são Morfeu (o criador de Sonhos), Ícelo (o criador de Pesadelos), Fântaso (o mundo dos Sonhos) e Fantasia ( criadora de Devaneios).
De seu nome, usa-se o prefixo grego "Hipno" em diversas palavras ligadas a sono e devaneio, como "hipnose" e "hipnoanálise".

2 comentários:

  1. Hino órfico a Hýpnos, traduzido do espanhol:

    LXXXV. A HÝPNOS

    Incenso com papoula

    Hýpnos, soberano de todos os bem-aventurados, dos humanos mortais e de todos os seres vivos que nutre a ampla terra. Porque tu sozinho és o único que a todos dominas e a todos visitas, ao sujeitar os corpos com grilhões sem forjar. Eliminador das preocupações, porque possuis o doce descanso das fadigas e procuras o sagrado alívio de toda aflição; salvas as almas ao impor-lhes a reflexão da morte, dado que és irmão de Léthê e de Thánatos. Mas, veja, bem-aventurado, te suplico que venhas com um humor doce e salves amavelmente a teus iniciados com vistas ao desempenho de suas funções a serviço dos deuses.

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  2. Hino órfico a Oneíros, deus dos sonhos, filho de Nýx ou aos Oneíroi, filhos de Hýpnos e Pasíthea, Morpheús, Íkelos e Phántasos.

    LXXXVI. A ONEÍROS

    Incenso odoroso

    Te invoco, bem-aventurado de longas asas, pernicioso Oneíros, mensageiro do porvir, o mais grande agoureiro para os mortais, pois na paz do doce adormecimento te apresentas em silêncio e, falando as almas, tu mesmo despertas a mente dos mortais e, enquanto dormem, tu também, pessoalmente, lhes deixas cair as decisões dos deuses, descobrindo em silêncio o futuro as silentes almas de aqueles a quem um nobre pensamento deriva ao cultivo da piedade aos deuses, para que o bem, superando as opiniões, canalize melhor, com agrados, a vida dos homens que conhecem de antes o desfrute, e ele cesse de suas desditas, a fim de que a mesma divindade referes. Porque os piedosos sempre tem um fim muito doce; em troca, aos malvados, uma visão durante o sono, anunciadora de más ações, em modo algum descobrem a necessidade futura, para que possam encontrar uma liberação da aflição que se aproxima. Mas, veja, bem-aventurado, te suplico que me mostres os preceitos dos deuses, para que sempre, em todos os casos, me vincules aos retos pensamentos, sem mostrar-me os sinais de iniqüidades que conduzem a feitos de natureza estranha.

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